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Alugar um carro em Marrocos não é uma "opção cómoda", é a forma real de conhecer este país. O Atlas, o Saara, a costa atlântica, Aït Ben Haddou e as antigas medinas estão espalhados por centenas de quilómetros, e os transportes públicos entre eles são lentos ou simplesmente não existem. Um carro dá-te a liberdade que nenhum tour em grupo ou táxi te darão alguma vez. Para o viajante português a vantagem é dupla: voo direto de 2 h 30 da TAP de Lisboa para Casablanca, e um país que se conduz com a mesma lógica europeia, sinais em árabe e francês mas regras quase iguais às de Portugal.
Ao mesmo tempo, Marrocos é um dos mercados de aluguer mais acessíveis do mundo: económicos desde 25 $/dia (≈23 €), crossover e SUV desde 60 $, um 4×4 sério para rotas do deserto desde 120 $. Com a TakeCars vês o carro exato que vais receber: fotos reais, opiniões reais de cada viatura específica e uma caução clara desde o início. Sem fotos de catálogo, sem surpresas no balcão.
Um casal do Porto chegou a Casablanca num voo da TAP às 23h40, assinou contrato no capot do Sandero cinco minutos depois e arrancou para Rabate enquanto a fila do shuttle das grandes cadeias ainda dobrava o terminal.
A caução é mostrada logo na ficha do carro, não no passo do pagamento: assim escolhes a classe que cabe no teu orçamento sem negociar no balcão.
Voo Lisboa–CMN às 17h, chaves na mão às 19h. A reserva confirma-se ao instante, sem trocas de emails nem chamadas.
A reserva fecha-se em minutos e à chegada as chaves já te esperam.
Documentos, caução e seguro — sem surpresas
A idade mínima na maioria dos fornecedores é 21 anos com pelo menos um ano de carta; para premium e 4×4 grandes o habitual é 25+. Os condutores jovens costumam pagar um pequeno suplemento diário, mas isto pode muitas vezes ser reduzido ou eliminado com um código promocional.
Os documentos são simples: passaporte (o português precisa de passaporte válido, o Cartão de Cidadão não basta para entrar em Marrocos), carta de condução válida e cartão de crédito em nome do condutor — a maioria dos fornecedores não aceita débito nem pré-pago. Cartões portugueses Visa/Mastercard do Millennium BCP, Caixa Geral de Depósitos, Santander Totta, Novo Banco, BPI, Activobank ou Revolut funcionam sem restrição; o Multibanco e o MB Way são exclusivamente nacionais — leva um cartão internacional. A Licença Internacional de Condução (IDP) tecnicamente não é obrigatória para turistas da UE em estadias inferiores a 90 dias, mas é muito recomendada: nos postos de controlo da polícia e nos autos de acidente, o IDP tira quase todas as perguntas. Em Portugal é emitida pelo ACP por cerca de 12 € em poucos minutos.
A caução vai de 300 $ a 2.000 $ consoante a classe do carro e o seguro escolhido. Quanto mais completa a cobertura, menor o cativo no cartão. A responsabilidade civil básica está sempre incluída. Por cima costuma incluir-se Collision Damage Waiver (CDW) com franquia de 300–1.500 $. Por mais 10–25 $/dia podes subir para Super CDW ou Cobertura Total — franquia zero e tranquilidade.
Uma família de Coimbra alugou um Sandero em março com CDW básico e apanhou uma pedra de um camião na subida do Tizi n'Tichka. O para-brisas ficou fora da cobertura e a reparação saiu quase pelo preço do aluguer da semana.
A pergunta certa na entrega não é quanto custa o seguro, é o que cobre exatamente. Caminhos sem alcatrão, areia, pneus e vidros costumam ficar fora do CDW básico.
Lê a apólice linha a linha antes de assinar — poupa surpresas caras no Atlas.
A maioria dos turistas em em Marrocos começa sua viagem aqui
Estradas marroquinas: o que perceber desde o minuto um
As autoestradas marroquinas são uma surpresa agradável. A rede de 1.800 km de autoestradas com portagem cobre os corredores principais Casablanca — Rabate — Tânger e Casablanca — Marraquexe: piso sólido, marcações recentes, guard rails a sério. Paga-se em dinheiro, em dirhams, nas cabinas de portagem, cerca de 0,06–0,08 $ por quilómetro. Casablanca–Marraquexe por autoestrada fica em cerca de 8 $ por viagem. O ajuste mental para um condutor português é mínimo: circula-se pela direita, os sinais seguem o modelo europeu e os limites são quase os mesmos da A1 ou A2.
O combustível é onde os erros doem. A maioria dos carros de aluguer em Marrocos é diesel (gasóleo), e pôr o combustível errado custa várias centenas de dólares em reparações. Na entrega, pergunta diretamente ao responsável "Diesel ou gasolina?" e tira foto ao autocolante do tampão do depósito. Nas bombas de marca — Afriquia, Shell, TotalEnergies — a qualidade do combustível é fiável.
Os limites são 60 km/h em cidade, 100 nas estradas secundárias, 120 nas autoestradas. As multas são cobradas no momento. Tolerância zero ao álcool e a polícia é consistente nisso. Em rotas interurbanas, espera vários postos de controlo da polícia por dia — é a norma.
Se te mandam parar, vidro em baixo, mãos no volante. Entrega com calma a carta, o contrato e o passaporte. A maioria dos controlos dura menos de dois minutos.
Se te pedem multa, exige sempre o recibo oficial — PV, procès-verbal. Sem ele não é uma multa, é uma conversa, e podes recusar com educação.
Não conduzas de noite no Atlas nem fora dos centros urbanos. Não é pelas pessoas — é pelas cabras, pelos burros e pelos camiões sem luzes. A sério.
Take Cars em Marrocos
Não temos carros ao acaso no catálogo. Pedimos opinião depois de cada aluguer e trabalhamos apenas com fornecedores marroquinos em quem os nossos clientes confiam de verdade.
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Rotas em Marrocos — onde conduzir
Circuito do Atlas e Aït Ben Haddou
O clássico anel Marraquexe → Ouarzazate → Aït Ben Haddou pelo passo Tizi n'Tichka (2.260 m). Cerca de 250 km pela sinuosa N9, caixa manual preferível na montanha. Quem conhece a Serra da Estrela ou o Gerês reconhece o ritmo das curvas, só que com 200 m extra de altitude. Para alugar carro em Marraquexe, o levantamento no aeroporto de Menara (RAK) coloca-te logo na via principal.
Saara e Merzouga
De Marraquexe às dunas de Erg Chebbi — 560 km, cerca de 9 horas. O alcatrão chega até Merzouga, mas um carro normal não pode entrar nas dunas: areia no motor é perda total. Conduz um turismo até Merzouga, depois troca por um tour 4×4 local ou por dromedários.
Costa e Essaouira
De Marraquexe a Essaouira — 175 km pela A7 + N1, cerca de 2,5 horas. Cidade de surf com vento, restaurantes de peixe e a antiga fortaleza portuguesa de Mogador — bastiões, canhões e uma muralha atlântica que qualquer português reconhece como obra do tempo de D. João III. Ou aluga carro em Agadir para uma viagem cómoda pela costa.
O norte — Chefchaouen e Tânger
De Tânger a Chefchaouen, a "cidade azul" — 130 km de curvas. Tânger esteve sob administração portuguesa entre 1471 e 1661, antes de ser entregue a Inglaterra como dote de Catarina de Bragança a Carlos II — a marca portuguesa ainda se sente na arquitetura da cidade alta. Com um aluguer de carro em Casablanca fechas o norte por autoestrada até Rabate e Tânger.
Tizi n'Tichka em julho ao pôr-do-sol já é razão suficiente para vir a Marrocos. Sai de Marraquexe antes do meio-dia se queres chegar ainda com luz.
Alcatrão até Merzouga, areia em Merzouga. Um casal de Braga deixou o Hyundai i20 à sombra do último auberge e passou para 4×4 com guia local nas duas noites de acampamento.
Essaouira é o melhor escape curto a partir de Marraquexe: duas horas e meia de autoestrada e estás no oceano. Muitos clientes esticam para um dia e meio.
Conduzir nas cidades marroquinas — estacionamento, medinas e gardiens
Medinas — só peões
Todos os centros históricos — Marraquexe, Fez, Chefchaouen, Essaouira, Rabate — estão fechados ao trânsito. Há parques nas portas principais: Bab Doukkala e Place de Foucauld em Marraquexe, Bab Boujeloud em Fez. A tarifa habitual é 2–5 $ por dia. Muitos riads tratam do estacionamento através dos vigilantes locais — pergunta na reserva.
Quem são os "gardiens"
Os "gardiens de voitures" são homens de colete azul que gerem os parques públicos nas cidades e nas atrações. Não são polícia e não são burla — fazem parte da infraestrutura urbana. Toda a gente paga: 0,50–2 $ por uma paragem curta, 2–5 $ pelo dia. Anda com trocos pequenos e o teu carro fica realmente vigiado. É um sistema que surpreende o português habituado à EMEL ou aos parquímetros municipais, mas funciona e é mais barato.
Como se diferenciam as cidades
Marraquexe é caótica mas controlável: motociclos em todas as direções, burros e carroças a partilhar a faixa. Casablanca é a cidade mais dura do país — 4 milhões de habitantes, trânsito constante, estilo agressivo. A maioria dos turistas só passa. Alugar carro em Agadir é completamente diferente: avenidas largas e estacionamento fácil junto à praia, parecido com conduzir pela marginal de Cascais ou da Figueira da Foz.
Os gardiens não são vigaristas. Paga 10 dirhams ao voltar e segue: levas o carro vigiado, e isso não é onde se poupa.
Em Marraquexe, só até ao parque de Bab Doukkala e dali a pé. Não é norma por norma — a medina é fisicamente impossível para um carro.
Contorna Casablanca pela autoestrada se não precisas mesmo de lá estar: poupas uma hora e uns cabelos brancos.
Conselhos de condutores que conhecem Marrocos
Vídeo na entrega e na devolução
A regra mais importante em Marrocos — grava um vídeo de 360° do carro com data e hora antes de arrancar, e outro na devolução. A areia e o pó escondem os toques, e sem vídeo qualquer "novo" amolgado é teu. Noventa segundos poupam-te centenas de dólares.
Dinheiro, dirhams e notas pequenas
O dirham é moeda fechada; troca em banco ou aeroporto, as taxas dos hotéis são piores. Em Portugal não se pode comprar dirhams legalmente antes da viagem — fica atento a isso. Curiosidade linguística: o português está cheio de arabismos da mesma raiz que o árabe marroquino — alfândega, azulejo, almofada, açúcar, álgebra, alface, alcofa, fulano, oxalá — é uma boa maneira de quebrar o gelo com locais. Visa e Mastercard funcionam nas cidades, mas as cabinas de portagem aceitam só dinheiro — guarda notas pequenas para bombistas, estacionamento e gardiens.
Travessia de fronteira é proibida
Os alugueres marroquinos não podem cruzar qualquer fronteira terrestre — nem Ceuta ou Melilla (enclaves espanhóis, ou seja, território UE), nem Argélia, nem Mauritânia. O seguro não funciona fora de Marrocos. Para os dois lados do Estreito de Gibraltar, aluga em separado. Se fores de ferry desde Algeciras, deixa o carro espanhol estacionado no porto e levanta o marroquino em Tânger.
Ramadão e sazonalidade
Durante o Ramadão, conduz com cuidado ao fim da tarde — é quando as pessoas se apressam para quebrar o jejum. As manhãs e a hora de almoço são mais calmas. Para os picos de março–maio e setembro–novembre (e a Páscoa portuguesa, que é época alta em Marraquexe), reserva 2–3 meses antes; na época baixa, 1–2 semanas basta. Operadores como a Soltrip, Abreu, Halcón Viagens, Top Atlântico ou Best Travel têm pacotes para Marrocos a partir de Lisboa e do Porto.
O vídeo na entrega não é paranoia, é padrão profissional. Noventa segundos guardados na cloud fecham 99 % das futuras disputas por danos.
Anda com 100–200 dirhams em moedas e notas pequenas. Arrumadores, gorjetas de bomba e gardiens — ninguém troca uma nota de 500.
Se as tuas datas caem na época alta (março–maio ou setembro–novembro), reserva com um par de meses: os melhores carros saem primeiro.
O preço do aluguer de automóveis em Marrocos depende da época e da duração do aluguer.
- Janeiro
- Fevereiro
- Março
- Abril
- maio
- Junho
- Julho
- Agosto
- Setembro
- Outubro
- Novembro
- Dezembro
- Jan
- Fev
- Mar
- abril
- maio
- Jun
- Jul
- agosto
- setembro
- outubro
- Nov
- Dez
Perguntas frequentes sobre alugar carro em Marrocos
Até à aldeia de Merzouga, sim — o alcatrão vai até lá. Não se pode entrar com um carro normal nas dunas de Erg Chebbi: uma viagem na areia e o motor é perda total. Plano padrão: conduz um turismo ou crossover até Merzouga, deixa no hotel e passa para um tour 4×4 local ou para dromedários. É assim que faz qualquer viajante experiente.
Abranda com tempo, baixa o vidro, mantém as mãos visíveis. Ao sinal do agente, para e entrega a carta, o contrato e o passaporte. A maioria dos controlos dura 1–2 minutos. Se te pedirem multa, exige o recibo oficial (PV, procès-verbal). Sem ele não é uma multa, é um pedido informal, e podes recusar com educação.
Não. Ceuta e Melilla são enclaves espanhóis — território UE. Os alugueres marroquinos não estão autorizados ali: o seguro não funciona ao cruzar a fronteira e o contrato proíbe expressamente sair de Marrocos. Se queres visitar os dois lados, aluga em separado no lado espanhol e no marroquino, ou atravessa a fronteira a pé.
Os gardiens são homens de colete azul que vigiam os carros nos parques públicos. Fazem parte da infraestrutura urbana, não são burla. A gorjeta-padrão é 0,50–2 $ por paragem curta, 2–5 $ pelo dia. Anda com notas pequenas de dirham — ninguém troca uma nota de 100. Toda a gente paga e o carro é mesmo vigiado.
A maioria dos alugueres marroquinos é diesel. Na entrega, pergunta diretamente "Diesel ou gasolina?" e fotografa o autocolante do tampão. Em cada bomba o próprio tampão está marcado — gasoil/diesel ou essence/sans plomb. O bombista ajuda se lhe disseres o modelo. Enganar-se custa várias centenas de dólares.
Oficialmente não — para estadias até 90 dias, a tua carta nacional vale. Na prática, a IDP facilita muito a vida nos controlos da polícia e nos partes de acidente. Em Portugal é emitida pelo ACP por cerca de 12 € em poucos minutos; nos outros países da UE pela associação automóvel nacional. Vale a pena ter.
Regra universal: vídeo de 360° do carro com hora antes de arrancar, e outro na devolução. Apanha todos os painéis, jantes, para-choques, para-brisas e tejadilho. A areia e o pó de Marrocos escondem toques, por isso o problema é real. Um vídeo do telemóvel fecha 99 % das disputas — sem ele, qualquer marca "nova" é tua.
Não. O Collision Damage Waiver padrão exclui condução todo-o-terreno, areia e pistas sem alcatrão — isto é, qualquer dano nas dunas ou nas pistas do Atlas é todo teu. Para um itinerário sério em 4×4, contrata Super CDW ou Cobertura Total mais autorização todo-o-terreno por escrito no contrato. A opção mais limpa é um tour guiado com seguro próprio.
Não, todas as medinas históricas de Marrocos estão fechadas ao trânsito. Há parques nas portas principais: Bab Doukkala e Place de Foucauld em Marraquexe, Bab Boujeloud em Fez. A tarifa habitual é 2–5 $ por dia, mais gorjeta ao gardien. Muitos riads vão buscar os hóspedes à porta e tratam do estacionamento — vale a pena perguntar na reserva.
Casablanca–Fez pela A2/A1 são cerca de 290 km, com portagens à volta de 9–11 $ em dirhams. Marraquexe–Fez pela A7 e A2 são cerca de 530 km com portagens de 14–16 $. As autoestradas são de excelente qualidade e anda-se a 110–120 km/h. Anda com dirhams — as cabinas não aceitam moeda estrangeira.
Só se saíres da cidade. Os turistas raramente conduzem dentro de Casablanca: o trânsito é denso, estacionar é complicado, e os táxis ou Bolt são baratos. Se vais para a costa, Rabate ou o Atlas, o carro compensa desde o primeiro dia — e o levantamento no aeroporto CMN é o mais fácil, evitando o centro.
Em cadeias internacionais, não — o cartão de crédito em nome do condutor é obrigatório. Algumas agências locais aceitam caução em dinheiro, mas a caução costuma ser maior e o contrato menos flexível. Cartão de débito raramente serve. O mais simples é levar um cartão de crédito com 2.000 $ de limite disponível, que cobre qualquer classe.
Na maioria dos fornecedores, sim — 30–60 minutos passados da hora combinada passam sem cobrança. Mais do que isso, é cobrado um dia inteiro extra. Se vais atrasado, avisa o responsável com antecedência: rotas de montanha e deserto têm imprevistos com frequência e costumam ser flexíveis. Entrega fora de horas no aeroporto pode somar 10–30 $.
Sim, é um itinerário popular: voas para Agadir, percorres a costa, depois Essaouira até Marraquexe. O custo de devolução noutra cidade é 50–150 $ consoante fornecedor e distância. Confirma na reserva — algumas agências pequenas são só levantamento. Com a TakeCars, devolução entre cidades marroquinas principais está suportada.
Para a época alta março–maio e setembro–novembre, os melhores carros e classes populares (Dacia Duster, automáticos, crossovers) esgotam primeiro. Planeia com 2–3 meses. Para a Páscoa portuguesa, ainda antes — é dos picos do ano em Marraquexe. Na época baixa — junho e dezembro–fevereiro (exceto a semana do Ano Novo) — chega 1–2 semanas. Para julho–agosto na costa, 1–2 meses, sobretudo em Agadir.