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O aluguer de carros em Reiquiavique dá-lhe a base mais cómoda para toda a Islândia: aterra, ambienta-se um dia ou dois, e depois sai para o Círculo de Ouro, a costa sul ou caça à aurora sem shuttle nem horários alheios. Quase todos os itinerários começam e acabam na capital, e um carro transforma cinco dias na cidade em duas semanas pela ilha.
A maioria aterra em Keflavík, sobe à cidade e levanta o carro só na manhã seguinte. De Reiquiavique fica tudo perto — Círculo de Ouro, Sky Lagoon, Esja, cada um num dia.
Os dois primeiros dias no 101 a pé fazem sentido: é assim que se fica a conhecer a cidade. Tudo o que está fora da caminhada já é trabalho do carro, e é aí que está boa parte da viagem.
Levantar em KEF ou em Reiquiavique
A maioria levanta em Keflavík. É onde aterra praticamente cada voo internacional, a escolha de operadores é maior, os preços são iguais ou mais baixos, e dispensa o FlyBus (~35 €). KEF–Reiquiavique são 50 km pela Estrada 41, cerca de 45 minutos, asfalto todo o ano.
Se aterra em Keflavík e vai direto à cidade, levante o carro no aeroporto. Se fica primeiro no 101 sem carro, levante-o em Reiquiavique.
Levantar na cidade faz sentido num cenário: se passa o primeiro dia ou dois no 101 a pé e só precisa do carro para excursões. Assim, não fica parado em zona paga nem come 15–25 €/dia em estacionamento.
Balcões na cidade e entrega
As redes internacionais têm balcões junto da gare BSI, no aeroporto doméstico RKV e em Skipholt. A maioria dos operadores locais trabalha a partir de KEF e entrega o carro à sua morada em Reiquiavique a pedido — útil quando não quer voltar ao aeroporto.
Entrega ao hotel no centro é a norma, não a exceção. Uma mensagem ao operador antes, e ponto de encontro e hora ficam definidos rapidamente.
Se o voo chega depois da meia-noite e a primeira noite é no 101, poupa o FlyBus e o táxi de madrugada — o carro espera-o à porta e a frota mais completa continua disponível.
Saídas de um dia a partir de Reiquiavique
Círculo de Ouro
A volta clássica de 230–250 km: Þingvellir, géiser Strokkur e cascata Gullfoss. Seis a oito horas com paragens, asfalto, sem 4×4.
Se só tem três ou quatro dias em Reiquiavique, o Círculo de Ouro é obrigatório. É a forma mais compacta de ver a Islândia clássica — falha, géiser e cascata na mesma saída.
Costa sul
Seljalandsfoss, Skógafoss, a praia negra de Reynisfjara e a aldeia de Vík. 130–190 km num sentido. Faz-se num dia longo, mas dormir em Vík torna a saída bem mais calma.
Sky Lagoon vs Blue Lagoon
A Sky Lagoon fica a 8 km do centro — 12 minutos, estacionamento grátis, bilhetes 25–30 % mais baratos. A Blue Lagoon está a 50 km, 50 minutos, com reserva de hora obrigatória.
A Sky Lagoon é o segredo mais subestimado de Reiquiavique. Toda a gente vai à Blue Lagoon, e a Sky está ali ao lado da cidade, mais barata e quase sempre com menos gente.
Aurora boreal
De setembro a abril: Þingvellir (45 km), farol de Grótta (5 km, muitas vezes cheio), reserva de Heiðmörk (15 km) e Reykjanes. Veja a previsão em en.vedur.is antes de sair.
Estacionar no centro de Reiquiavique
O centro tem quatro zonas pagas. P1 é a mais central — 600 ISK/hora (~4 €). P2 fica em 200 ISK/h (~1,40 €), com P3 e P4 mais baratas, na periferia. Paga-se em parquímetros ou pelas apps Parka, EasyPark, PayByPhone — as apps são mais práticas quando se está num café e se quer prolongar a sessão.
O truque local são os domingos. Ao domingo o estacionamento é grátis em todas as zonas — inclusive no centro. O mesmo se aplica em dias úteis após as 18:00 e ao sábado depois das 16:00. Num fim de semana, isto poupa facilmente 30–40 €.
Ao domingo, o centro de Reiquiavique é grátis em todo o lado. Muitos viajantes encaixam de propósito o dia mais ativo da cidade num domingo, para evitar apps e parquímetros.
Os hotéis boutique do 101 quase nunca têm estacionamento próprio. Verifique antes de reservar o hotel — caso contrário acaba a alimentar o parquímetro todos os dias.
Hallgrímskirkja, Harpa e o Velho Porto têm parques próprios, mas a um quarteirão há sempre uma rua em P2 a 200 ISK/h, e nas zonas mais exteriores muitas vezes é grátis.
As tarifas de aluguel de carros em Reykjavik variam ao longo do ano, dependendo da temporada e da duração do aluguel.
- Janeiro
- Fevereiro
- Março
- Abril
- maio
- Junho
- Julho
- Agosto
- Setembro
- Outubro
- Novembro
- Dezembro
- Jan
- Fev
- Mar
- abril
- maio
- Jun
- Jul
- agosto
- setembro
- outubro
- Nov
- Dez
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Entrega do carro ao hotel no centro de Reiquiavique
Poupa tempo e o custo do FlyBus, em especial em chegadas tardias ou matinais.
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Caução e tipo de cartão claros antes da reserva
Vê logo qual o cartão necessário e quanto é bloqueado.
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Conselho do gestor segundo a rota
Escreva-nos antes da viagem e ajustamos o carro à Sky Lagoon, Círculo de Ouro ou caça à aurora.
Prático em Reiquiavique
Luzes e pneus de inverno
A lei islandesa exige luzes acesas 24/7. Os carros modernos tratam disso sozinhos, mas verifique antes de sair. De 1 de novembro a 14 de abril, pneus de inverno ou com pregos são standard — na Islândia é norma, não extra.
Moeda e pagamento
A Islândia não está na zona euro. Os operadores costumam apresentar preços em euros, mas no local cobra-se em coroas islandesas (ISK). Pague em ISK com cartão e deixe o seu banco converter — costuma sair 3–6 % mais barato que o câmbio do operador.
Pague com o cartão em coroas, não em euros. Parece um detalhe, mas durante uma semana junta-se num bom jantar.
Álcool e vida noturna
O limite legal é 0,5 ‰, mas muitos contratos exigem zero. Em Reiquiavique pesa: os bares da Laugavegur ficam abertos até tarde e a polícia sabe onde olhar.
Em Reiquiavique, depois das 23 h ninguém conduz se bebeu alguma coisa. É mais hábito que regra — táxis e Bolt são baratos e chegam em cinco minutos.
Se a noite se estender, o carro fica estacionado até de manhã. Da Laugavegur ao hotel médio do 101 são quinze minutos a pé; tudo o que fica fora desse raio resolve-se com um Bolt rápido.
Perguntas frequentes
Geralmente sai melhor em KEF: mais escolha, preços iguais ou menores e dispensa o FlyBus (~35 €). Levantar na cidade só faz sentido se passar um ou dois dias no 101 a pé — caso contrário o carro fica em zona paga a engolir 15–25 €/dia em estacionamento.
Sim — ao domingo todas as zonas P1–P4 são grátis, inclusive o centro. O mesmo se aplica em dias úteis após as 18 h e ao sábado depois das 16 h. As exceções são grandes eventos na Harpa ou festivais, mas raros. Num fim de semana são 30–40 € poupados.
Mais perto: o estacionamento da própria igreja (600 ISK/h) e Skólavörðustígur em P1. Mais barato e muitas vezes mais vazio: ruas residenciais um quarteirão a sul, 5–7 minutos a pé, frequentemente grátis fora da zona. Ao domingo, em redor da igreja é tudo grátis.
O parque subterrâneo da Harpa custa 250 ISK/h ou 1800 ISK/dia — prático na chuva e no inverno. Alternativa: ruas do Velho Porto em P2 a 200 ISK/h, a cinco minutos a pé. À noite e ao domingo, ambas as opções são grátis.
Estacionar na rua ao longo da Mýrargata e Geirsgata é P2 (200 ISK/h). Grátis — junto a Grandi (ponta oeste) e por trás do Museu Marítimo, 5–10 minutos a pé. Para os barcos de baleias, chegue 30 minutos antes — os lugares mais próximos enchem cedo.
Na maioria não. Os grandes hotéis (Reykjavík Marina, CenterHotels, 101 Hotel) oferecem valet pago a 10–20 €/dia. Os boutique pequenos do 101 normalmente não têm estacionamento próprio — os hóspedes usam rua e apps. Confirme sempre antes de reservar o hotel.
A Sky Lagoon é sete vezes mais perto: 8 km e 12 minutos do centro, contra 50 km até à Blue. Estacionamento grátis, bilhetes 25–30 % mais baratos (~55–90 € vs 70–115 €). Para 3–4 horas, Sky é ideal; para meio dia com viagem e fotos, Blue.
12 minutos de carro, 8 km pela Estrada 41 para sul. Estacionamento grátis, reserva de hora não é obrigatória mas é mais calma ao fim de semana. A estrada está bem cuidada no inverno e um económico fá-la sem problema.
O essencial é afastar-se 20 minutos das luzes da cidade. Þingvellir (45 km), farol de Grótta (5 km, muito cheio), Heiðmörk (15 km) e Reykjanes — todos funcionam. Veja a previsão em en.vedur.is antes de sair e pare só em áreas sinalizadas.
50 km e 45 minutos pela Estrada 41 (Reykjanesbraut) — via gratuita em boas condições todo o ano. Se devolver o carro em KEF, saia da cidade duas horas antes do voo: abastecimento, entrega e shuttle até ao terminal levam tempo.
Sim. Reykjavík Cars, Happy Campers, KuKu Campers e CampEasy têm depósitos em Hafnarfjörður e Mosfellsbær, a 15–20 minutos do centro. Preços de 70–120 €/dia fora da época, 150–300 € no verão. Pernoita só em campings designados.
Quase nenhumas. O túnel de Hvalfjörður a norte foi gratuito durante anos e pode ter taxa simbólica — confirme com o operador. Todas as ruas da cidade, a estrada para KEF, o Círculo de Ouro e a costa sul são gratuitas. A única portagem fixa fica a norte, perto de Akureyri.
Sim — ambos os centros comerciais oferecem estacionamento coberto grátis. Kringlan está a 1,5 km do centro, Smáralind a 7 km em Kópavogur. Alguns viajantes deixam o carro em Kringlan e vão a pé ou de autocarro até ao 101.
Chega — a estrada até ao centro de visitantes Esjustofa é asfaltada, 15 km e 20 minutos do centro. Estacionamento grátis. A subida em si é a pé, 2–4 horas até à rocha Þverfellshorn. No inverno fazem falta crampons e bastões.
Cerca de 9 horas com paragens — uma volta de 600 km via Borgarnes, Stykkishólmur, Hellnar e Búðir. Quase tudo asfalto, faz-se em 2WD. Num dia é ritmo apertado; para um ritmo mais calmo com pausas, dormir em Stykkishólmur.